Como usar o rsync com NTFS e FAT32 no Linux

19-12-2025

Sincronização e backup de arquivos entre Linux, NTFS e FAT32. Compreenda as limitações de timestamps e permissões e aprenda a contorná-las com opções como ‘modify-window‘ e ‘size-only‘.

Introdução

Comprar uma solução NAS (Network Attached Storage) pode ser caro e exagerado para a maioria dos usuários domésticos. Uma opção mais acessível é adquirir um disco rígido externo ou SSD e conectá-lo ao seu roteador usando a porta USB e configurar o roteador para compartilhar o dispositivo com a minha rede doméstica, criando o meu próprio “armazenamento em nuvem“.

Resolvi espetar um SSD na porta USB do meu roteador para compartilhamento de arquivos pelo WiFi e me deparei com uma limitação: essa funcionalidade, chamada de “Servidor de Arquivos (Samba/SMB)“, só suporta sistemas de arquivos NTFS ou FAT32! Aceitei, formatei o SSD e parti para os testes iniciais copiando/colando alguns arquivos e verificando o acesso com Windows, Linux e Android; mas, como sou um “Linuxero“, chegou a hora de usar o ‘rsync‘ para fazer um backup real. Usando a sintaxe com flags usuais do rsync, experimentei erros tais como: “failed: Read-only file system (30)” e “some files could not be transferred (code 23)“.

O ‘rsync – -help‘ não bastou, recorri às 3232 linhas do ‘man rsync‘ (Manual page rsync(1)) para ajustar a linha de comando adequadamente, eliminando os erros.

Nesse post, compartilho um resumo das soluções encontradas.

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Segurança Cibernética: Os Melhores Agentes de IA que Transformam a Defesa Digital

17/10/2025

A crescente complexidade do cenário cibernético exige soluções inovadoras e eficazes para mitigar riscos e proteger ativos digitais. Os agentes de inteligência artificial (IA) emergem como uma resposta fundamental, catalisando uma revolução na forma como abordamos a segurança cibernética. Mas, afinal, o que caracteriza esses agentes? Trata-se de sistemas sofisticados que empregam algoritmos avançados para executar decisões e ações de forma autônoma, minimizando a necessidade de intervenção humana contínua.

Esses agentes são projetados não apenas para realizar tarefas específicas, mas para aprender continuamente com vastos conjuntos de dados, adaptar-se a novas situações e responder a ameaças em tempo real. No domínio da segurança cibernética, essa capacidade de detecção de anomalias e resposta proativa a incidentes é crucial. Os algoritmos de aprendizado de máquina que fundamentam esses sistemas são capazes de identificar padrões complexos, prever comportamentos anômalos e, assim, implementar defesas robustas em ambientes dinâmicos e em constante transformação.

Como tal, a aplicação de agentes de IA na segurança cibernética não é apenas uma tendência passageira, mas uma necessidade imperativa de um futuro em que as ameaças são cada vez mais sofisticadas. Neste artigo, exploraremos os melhores agentes de segurança cibernética disponíveis atualmente, destacando suas capacidades e inovações que moldam o futuro deste campo crucial.

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Testes de Penetração Orientados por IA

08/10/2025

A ascensão da Inteligência Artificial Generativa (GenAI) e dos Modelos de Linguagem Ampla (LLMs) está redefinindo os testes de penetração no campo da segurança cibernética. Essas tecnologias não apenas automatizam etapas críticas, como reconhecimento e varredura de vulnerabilidades, mas também ampliam a criatividade na simulação de ataques, tornando-os mais realistas e adaptáveis. Com recursos que permitem desde a coleta automatizada de dados públicos até a personalização de e-mails de phishing e a criação de cenários de engenharia social, a GenAI potencializa a atuação de hackers éticos na avaliação da resiliência organizacional frente a ameaças sofisticadas.

Um exemplo concreto dessa aplicação é o uso da IA Generativa em testes de penetração com ferramentas como o Shell GPT (sgpt). Essa interface de linha de comando em Python, conectada à API do ChatGPT, foi integrada a soluções amplamente utilizadas como Nmap, Nessus e OpenVAS, permitindo a execução de varreduras automáticas e a análise em tempo real dos resultados. O ChatGPT, nesse contexto, não apenas interpreta saídas das ferramentas, mas também gera comandos, trechos de código e documentação, fornecendo insights práticos e detalhados. Essa integração reduziu o esforço manual, acelerou operações e aumentou a precisão dos testes. A distinção entre a interação via sgpt (CLI) e o uso direto do ChatGPT mostrou-se essencial para explorar plenamente os benefícios da GenAI em cenários reais de pentest.

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Transformando o ChatGPT em um Hacker

07/10/2025

Neste post, compartilharei minha experiência ao resolver uma sala do TryHackMe chamada “Basic Pentesting” (Pentest Básico). O que tornou essa experiência interessante foi a ajuda do ChatGPT para me guiar por todo o processo.

A sala de desafios “Pentest Básico” do TryHackMe foi projetada para proporcionar aos iniciantes experiência prática na área de testes de penetração. Ela oferece um cenário realista onde os participantes podem aplicar seus conhecimentos e habilidades para identificar vulnerabilidades, explorá-las e escalar privilégios para atingir seus objetivos.

Esse post não será ilustrado com figuras (prints). Desejo apenas descrever os prompts usados para obter resultados precisos, relevantes e realmente úteis; o que nem sempre é simples. É nesse contexto que surge a importância da engenharia de prompts, um conjunto de técnicas avançadas que transforma interações comuns em diálogos poderosos e produtivos.

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A Faca de Dois Gumes dos Keyloggers em Python

28/08/2025

Essa postagem não pode ser confundida como uma abordagem focada em um tutorial de construção de um keylogger usando a linguagem de programação Python. O material apresentado e as referências a bibliotecas modernas como pynput, sugere que o artigo se concentra em apresentar um guia passo a passo para a captura de teclas.

Escrever um blog sobre cibersegurança não é focar exclusivamente no “como fazer”, mas em fornecer uma estrutura abrangente que inclua considerações éticas, implicações legais e, crucialmente, estratégias de defesa. Se desprovido de um contexto de responsabilidade, pode ser mal interpretado ou utilizado de forma indevida. A própria evolução de tutoriais modernos para keyloggers, que agora incluem avisos explícitos de que o material é “apenas para fins educacionais” e deve ser usado para “fins éticos”, sublinha a necessidade de um enquadramento responsável. O público-alvo, composto por profissionais de cibersegurança, espera e exige um nível de maturidade e autoridade que vai além de um simples exercício técnico. Nós, especialistas, não buscamos apenas entender como uma ferramenta de ataque funciona, mas também a motivação por trás de seu uso (autorizado), as restrições impostas por leis e, mais importante, como construir uma defesa robusta.

Esse artigo visa uma abordagem que usará a construção de um keylogger em Python como um estudo de caso técnico para analisar uma ameaça digital comum. O foco será uma compreensão holística do problema, unindo a técnica de ataque com a ética e a legalidade e, finalmente, com as defesas mais eficazes e modernas, visando, não apenas, agregar valor substancial ao leitor, mas também estabelecer o material como uma fonte de informação confiável e responsável, alinhada às expectativas da comunidade de segurança da informação.

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Mineração de Credenciais no Linux

14/07/2025

Mineração de Credenciais é o processo de enumerar e extrair credenciais criptografadas ou em texto simples em memória persistente ou volátil no sistema alvo.

Ao realizar um Teste de Penetração, a busca por credenciais é um dos primeiros passos após termos acesso ao sistema alvo e pode nos conceder privilégios elevados em segundos ou minutos. Entre outras coisas, isso faz parte do processo de escalonamento de privilégios.

Ao obter acesso a um sistema por meio de uma aplicação web vulnerável e, portanto, obter um shell reverso, o passo seguinte é procurar senhas ou até mesmo credenciais completas dos usuários que possamos usar para fazer login e escalonar os privilégios de forma mais eficiente.

Nesse post, indicarei as diversas fontes de obtenção de credenciais e como obtê-las.

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Greenbone Community Edition (OpenVAS)

26/06/2025

O Greenbone Community Edition ou OpenVAS, como é conhecido, é um scanner de código aberto para gerenciamento de vulnerabilidades, assim como o Qualys ou o Nessus. Muitas empresas constroem sua arquitetura de varredura de vulnerabilidades com base neste serviço.

Neste post, você se familiarizará com o uso básico do GVM para escanear um único alvo, estabelecendo assim uma linha de base para a postura de segurança do seu ambiente de rede.

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Segurança Cibernética: Reconhecimento de ASN e BGP


06/06/2025

No mundo da segurança cibernética, conhecimento é poder. Quanto mais um testador de penetração sabe sobre um alvo, mais eficazmente ele pode identificar vulnerabilidades e orquestrar um ataque. Este princípio destaca a importância da fase inicial de reconhecimento e enumeração, uma etapa crítica no Ciclo de Vida do Teste de Penetração.
O reconhecimento é mais do que simplesmente coletar dados; trata-se de entender a arquitetura do alvo e identificar potenciais caminhos para exploração de endereços IP a domínios/subdomínios, de portas a serviços executados em cada porta, cada informação pode ser a chave para descobrir uma vulnerabilidade.
Este post aborda o processo de reconhecimento de de Sistemas Autônomos (AS)

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Vulnerabilidades do SSH e Como Explorar com Metasploit

29/04/2025

O que é o protocolo Secure Shell (SSH)?

O protocolo Secure Shell (SSH) é um método para enviar comandos com segurança para um computador através de uma rede desprotegida. O SSH utiliza criptografia para autenticar e criptografar conexões entre dispositivos. O SSH também permite o tunelamento, ou encaminhamento de portas, que ocorre quando os pacotes de dados conseguem atravessar redes que, de outra forma, não conseguiriam. O SSH é frequentemente usado para controlar servidores remotamente, gerenciar infraestrutura e transferir arquivos.

Ao viajar, o proprietário de uma loja pode dar instruções aos seus funcionários à distância para garantir que a loja funcione sem problemas enquanto eles estão fora. Da mesma forma, o SSH permite que os administradores gerenciem servidores e dispositivos à distância. Protocolos de gerenciamento remoto mais antigos, como o Telnet, transportavam os comandos dos administradores de uma forma que qualquer pessoa pudesse ver. (Imagine se os funcionários colocassem o proprietário da loja no viva-voz durante uma chamada; todos os clientes na loja poderiam ouvir instruções privadas.) Ao contrário do Telnet, o SSH é seguro — daí o nome Secure Shell.

No entanto, se não for configurado/gerenciado adequadamente, a senha pode ser quebrada.

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Explorando vulnerabilidades com Nmap e Searchsploit

21/02/2025

No reino da segurança cibernética, identificar o sistema operacional (SO) de uma máquina alvo e descobrir vulnerabilidades potenciais são etapas cruciais no teste de penetração. Este artigo o guiará pelo uso do Nmap para detecção de SO e empregará o Searchsploit para encontrar exploits com base nas vulnerabilidades encontradas.

Usando o Nmap para detecção de SO

O Nmap (Network Mapper) é uma poderosa ferramenta de código aberto usada para descoberta de rede e auditoria de segurança. Para detectar o sistema operacional de um alvo, usamos a opção -O.

Comando:

sudo nmap -O <ip-alvo>

Fazendo uma varredura rápida e ver o que podemos encontrar.

sudo nmap -O 192.168.1.100

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SOBRE A SEGURANÇA NO ANDROID

07-Dez-2023

O Android é o sistema operacional mais popular do mundo, participando da vida de quase metade da população. Por suas escala e capacidades costuma atrair criminosos, fraudadores e golpistas que procuram roubar dinheiro de usuários ou de outra forma lucrar ilicitamente.

Para entender a relação dos malwares com o Android, é preciso entender o modelo de segurança desse sistema operacional. Em particular, deve-se reconhecer os tipos de malware que operam dentro dos limites deste modelo e aqueles que tentam quebrar tais fronteiras.

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Como instalar o Ubuntu Touch no seu smartphone Android

11-Fev-2023

É Android? É iOS? Não, é Linux!!

Ter o Linux no seu smartphone é uma sensação emocionante, de libertação; usar um smartphone sem a vigilância do Google ou da Apple é uma experiência totalmente diferente, e há uma boa chance de que o Ubuntu Touch se torne uma plataforma móvel popular. Se não for adequado, poderemos reverter para o Android, pois o Kernel e os drivers são os mesmos.

Mantido pela UBports, o Ubuntu Touch está disponível para uma grande variedade de smartphones. Quer experimentar? Veja como baixar e instalar o sistema operacional Linux Ubuntu Touch para celulares.

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Pentest: Teste de Penetração – 2023

04-fev-2023

Os incidentes de cibersegurança têm aumentado desde o início da pandemia de Covid-19, o que prova que ainda faltam as nossas defesas de cibersegurança. Mas há pelo menos um lado positivo nesses incidentes: eles aumentaram a conscientização pública sobre como os sistemas de tecnologia da informação (TI) e tecnologia operacional (OT) são vulneráveis. Eles mostraram que as tecnologias das quais empresas, governos e indivíduos passaram a depender enfrentam riscos genuínos e reforçaram o caso de negócios para ações preventivas contra violações de segurança.

Em outras palavras, eles demonstraram que a melhor defesa é um bom ataque. O número crescente de incidentes também alimentou a necessidade de testes contínuos de nossos sistemas de defesa.

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TETRA-Kit: Um novo decodificador TETRA de código aberto

TETRA é um tipo de sistema de comunicação digital de voz e rádio troncalizado que significa “Rádio Troncalizado Terrestre”. É usado em muitas partes do mundo, no Brasil é usado pelas polícias Civil, Militar, Federal (em torno de 390MHz), e pelo Exército (MINISTERIO DA DEFESA em torno de 866MHz).
Obrigado a Larry pelo seu projeto TETRA-Kit. O TETRA-Kit é um decodificador de downlink TETRA de código aberto extensível para Linux que usa GNU-Radio como o primeiro estágio, portanto, deve ser compatível com qualquer SDR compatível com GNU Radio.
– É simples e eficiente; o mais próximo possível das camadas de especificação TETRA definidas em ETSI EN 300 392-2 v3.4.1 (2010-08)
– Recebe informações de downlink (incluindo quadros de voz) em formato de texto simples Json para serem gravadas ou analisadas por um programa externo
– Reassocia os quadros de voz com um método simples baseado no identificador de chamadas associado e no marcador de uso (salvar mensagens transmitidas simultaneamente em arquivos separados)
– O decodificador implementa um sincronizador suave permitindo quadros ausentes (50 rajadas) antes de perder a sincronização.

Consiste em 3 partes:
         Uma camada física que transforma o sinal de RF PI/4DQPSK em bits (o frontend RF é um SDR a 2 MBPS)
         Um decodificador, que é a pilha TETRA de leitura dos bits e transformação em texto Json
         Um gravador, que lê a saída da pilha Json e reordena os quadros de voz em arquivos separados
     O codec ETSI também é fornecido para que a fala não criptografada possa ser reproduzida.
     O software é escrito em C++ e licenciado sob GPLv3 e usa poucos softwares externos com licenciamento compatível.

O Tetra-Kit pode ser baixado e instalado de https://gitlab.com/larryth/tetra-kit

Como gosto muito do Tetra-Kit por sua simplicidade e eficiência, fiz 2 bash (screen2tetra) para automatizar a execução digitando apenas um comando em vez de abrir manualmente 4 janelas e digitar em cada um decoder, recorder -a, gnuradio-companion pi4dqpsk_rx.grc, e também o script para reproduzir a voz ao vivo raw2liveplay.sh (consulte https://gitlab.com/larryth/tetra-kit/-/issues/11)
O requisito é instalar screen, um multiplexador de terminal. No ubuntu, use este comando: sudo apt install screen
O screen2tetra cria 4 janelas com um shell e executa cada comando em cada uma, e então as janelas ficam em background (chamado de “detaching”).
Baixe screen2tetra.sh e raw2liveplay.sh para o diretório recorder/wav e apenas execute ./screen2tetra.sh.
Para terminar tudo, digite CTRL+C, CTRL+C, CTRL+D em cada janela alternada.

Veja o resultado no vídeo abaixo e divirtam-se sabendo as “sujeiras” que acontecem na sua região.

TELIVE – Decodificação Tetra

Os tranceivers de Rádio Definido por Software (SDR) tornaram-se populares, e eu tenho a preferência pelo que se pode fazer com eles usando o Linux.

Este post é um tutorial de instalação dos componentes para decodificação TETRA usando o Gnuradio no Ubuntu 19.04 como plataforma e um RTL2832u que custa algo em torno de R$100,00.

As faixas de frequências de 380-400 MHz, 410-430 MHz e 806-870 MHz são atendidas pela maioria dos fornecedores TETRA.

Não entrarei em detalhes sobre o Gnuradio, pois a instalação é simples e já foi abordada aqui.

TETRA (TErrestrial Trunked RAdio) é um sistema de rádio móvel profissional bi-direccional (como os Walkie-talkies). É um padrão digital para redes de Rádio Móvel Privado (Private Mobile Radio – PMR) e especialmente concebido para serviços oficiais como de socorro, forças de segurança, ambulâncias e bombeiros, serviços de transporte públicos e exército.

No Brasil, é usado pelas Policias Civil, Militar, Federal, Ministério da Defesa, Metrô, etc. Continue lendo!

SDR# – INSTALAÇÃO, DICAS E EXEMPLOS

O SDR# (‘SDRSharp’) é um dos pacotes de software mais populares para SDR (‘Software Defined Radio’) no Windows. Aqui, mostrarei como você pode instalar o SDR# em um PC executando o Windows e algumas dicas e exemplos para usar o SDR#.

Instalando no Windows

Requisitos:

Um computador executando o Windows, de preferência um processador de núcleo duplo de 2 GHz ou mais rápido e 4 GB de memória;

Um receptor SDR, compatível com o SDR# (neste caso, um RTL-SDR comum com o chipset R820T e RTL2832U) e antena.

É muito importante que você NÃO instale os drivers que acompanham o seu RTL-SDR. Você deve removê-los primeiro se já os tiver instalado.

Instalação

Faça o download do SDR Sharp clicando aqui. Extraia o arquivo comprimido.
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DragonOS – Como Criar um Pendrive/HD Ubuntu USB Persistente

O tema principal deste post seria o projeto “DragonOS”, que é um ISO Linux pronta para instalar, destinada a facilitar a vida dos iniciantes nos softwares SDR. O DragonOS fornece vários programas pré-instalados e, recentemente, a compilação foi atualizada, desta vez com base no Lubuntu 18.04, permitindo suporte para Legacy e UEFI, além de criptografia de disco. O sistema operacional suporta RTL-SDRs, bem como o HackRF e bladeRF e provavelmente suporta a maioria dos outros SDRs por meio da interface SoapySDR.

Em termos de software, também foi adicionado suporte a OP25 e bladeRF. Outros programas pré-instalados incluem rtl_433, Universal Radio Hacker, GNU Radio, Aircrack-ng, GQRX, Kalibrate-hackrf, wireshare, gr-gsm, rtl-sdr, HackRF, IMSI-catcher, Zenmap, inspectrum, qspectrumanalyzer, LTE-Cell-Scanner, CubicSDR, Limesuite, ShinySDR, SDRAngel, SDRTrunk, Kismet, BladeRF.

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PothosSDR – Melhores Ferramentas RTL-SDR Para Windows

O Pothos SDR é um ambiente de desenvolvimento que inclui o conjunto de softwares de fluxo de dados Pothos e ferramentas gráficas, SoapySDR e kit de ferramentas pothos-sdr para hardware que fazem interface com vários drivers de fornecedores de hardware SDR comumente usados e kit de ferramentas GNU Radio para suporte ao processamento de sinais

O instalador do PothosSDR está disponível aqui.

Aqui tem um tutorial que orientará no download e instalação do ambiente de desenvolvimento pré-compilado do Windows PothosSDR. Os usuários garantirão que seus dispositivos SDR estejam instalados corretamente e possam se comunicar com o ambiente.

Instalação

A instalação é o padrão do Windows. Dois cliques no instalador; é recomendável marcar “Add PothosSDR to the system PATH” e mudar o diretório de instalação para C:\PothosSDR

Depois que o ambiente de desenvolvimento estiver instalado, verifique se o dispositivo SDR está visível para o sistema. Normalmente, esta etapa envolve a instalação de drivers do sistema (PCIe/USB) ou a configuração de interfaces de rede, dependendo da interface do PC do seu dispositivo.

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Analisador de Espectro de Banda Larga com um RTL-SDR

Para a maioria dos utilizadores do RTL-SDR, a cascata (waterfall) é o auge do software de rádio. Mas há alguns problemas que me incomodam.

     – Exibição de frequência limitada. Normalmente, não pode fazer mais do que a largura de banda nativa do seu SDR permite.

     – Exibição por tempo limitado. Ela simplesmente rola da borda para o vazio.

     – Blocos (bins) de FFT limitados. Normalmente, não funciona tão bem quando você deseja substancialmente mais blocos do que pixels que sua tela possui.

     – Renderização qualitativa. Não é fácil relacionar cores com dB.

Rtl_power foi mencionado ligeiramente em posts anteriores, e agora chegou a vez de uma abordagem mais detalhada desse “scanner” de frequências. Suas características únicas incluem:

     – Faixa de frequência ilimitada. Você pode escanear toda a banda, de 24Mhz a 1.766Ghz, de um dongle.

     – Tempo ilimitado. Pelo menos até ficar sem espaço no disco para o log.

     – Blocos (bins) de FFT teoricamente ilimitados.

     – Renderização quantitativa. Os níveis exatos de potência são registrados.

     – É executado em qualquer máquina. Um computador mais lento usará menos amostras.

Novos termos relativos aos parâmetros FFT (Fast Fourier Transform), tais como: window size, FFT size, FFT bin, etc., estarão presentes neste post. Aconselho ao leitor interessado fazer uma busca para um melhor entendimento do que será exposto. No entanto, explicarei o help do rtl_power, o que considero um bom começo:

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COMO TESTAR CONTROLES INFRAVERMELHOS (IR) COM RTL-SDR

Quem leu os posts anteriores, sabe que o RTL-SDR é um receptor de TV Digital via conexão USB para Computador, que pode ser utilizado também como Rádio, contém uma antena e um controle remoto infravermelho (IR), que é utilizado para ligar/desligar, mudar de canais, configurações de volume, etc.

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Isso quer dizer que o equipamento contém um receptor de Infravermelho (IR), além do receptor de radiofrequência da TV digital.
O receptor infravermelho do dongle RTL-SDR é surpreendentemente poderoso, ele é capaz de captar sinais de controles remotos e de outros aparelhos que utilizam IR retornando os dados brutos (raw) para decodificação. O sensor infravermelho, que é um componente separado do adaptador RTL-SDR.
Acho que nos posts anteriores não falei uma coisa fundamental: o Ubuntu já vem com o driver dvb_usb_rtl28xxu convencional. Para trabalhar com os aplicativos genéricos, não DVB-Digital Video Broadcasting, é preciso remover o driver do módulo dvb-t que bloqueia o librtlsdr.
Para verificar a presença deste módulo, é só digitar:

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SOFTWARES RTL-SDR NO UBUNTU

No post anterior, descrevi o passo-a-passo das instalações dos softwares básicos para brincar com RTL-SDR, e elegi o Kali Linux como OS com melhor suporte nesse campo.

Porém, ao tentar evoluir, instalando softwares mais avançados e/ou de terceiros, esbarrei em muitos problemas de escalabilidade, o que me fez migrar -depois de pesquisar bastante- para o Ubuntu 19.04 (Disco Dingo). Neste post pretendo compartilhar a minha experiência inicial nesta nova plataforma.

Instalações dos Softwares Básicos para RTL-SDR no Ubuntu

O Kali Linux tem facilidade de instalar, com apenas um comando, o metapackage kali-linux-sdr contendo uma seleção de ferramentas básicas que o SDR necessita; no Ubuntu, tive que instalá-las cada uma manualmente, para isso encontrei duas opções:

      1 – Em https://pkgs.org/ fiz uma busca por “sdr” selecionando a Distribuição “Ubuntu 19.04 (Disco Dingo)” e instalei todas do repositório Ubuntu Universe amd64 (minha máquina é 64-bit, quem tem máquina 32-bit deve instalar de Ubuntu Universe i386)

      2 – Instalar e abrir o Synaptic usando o comando sudo apt install synaptic && synaptic; em Settings>Repositories marcar todos, em Sections ver, por exemplo “Amateur Radio” ou fazer uma busca, algo como “rtl-sdr” ou “sdr

Instalei todos packages de interesse no repositório “Ubuntu Universe”,assim já preparei meu sistema com os drivers para outros hardwares (LimeSDR, OsmoSDR, Realtek RTL2832U, bladeRF, HackRF, etc). Desta forma, os seguintes softwares também foram instalados: cubicsdr, cutesdr, gqrx-sdr, gnuradio, hamradio-sdr, e outros.

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